O texto Subjetividade e comunicação nas relações de trabalho: contribuição aos estudos interpretativos da comunicação organizacional no Brasil, propõe uma discussão sobre a subjetividade do trabalhador em suas relações de trabalho integrando a comunicação como um importante elemento neste contexto. Relatando a polivalência de funções e a responsabilização que é imbuída ao dia-a-dia do trabalho intrínseca entre conhecimentos técnicos e/ou profissionais. A necessidade de interagir com o trabalho comunicativamente e a interferência do trabalhador na tarefa precisam ser inerentes aos colaboradores, assim com o engajamento, a lealdade, certa doze de autonomia e auto-suficiência. Portanto a subjetividade do colaborador torna-se parte integrante, vital e exigida do contrato de trabalho firmado entre empregado e empregador, é o que propõe as empresas.
O texto Gerenciamento de Impressões e Liderança Carismática: relações e possibilidades para estudos em empresas de hospitalidade, defende que ocorrem interações entre o gerenciamento de impressões e a liderança carismática, observa que táticas de GI estão presentes em diferentes abordagens de liderança carismática e esta se centra na influencia social e utiliza a administração dos sentidos como forma de valorização das impressões projetadas aos liderados, permitindo com isso a permanência do líder na efetividade de seu papel. Assim o líder que deseje permanecer um líder precisa apresentar certos padrões de comportamentos esperados pelos seus liderados dentro do contexto vivenciado no momento, alem de gerenciar imagens que endossem o papel de liderança representado.
Liderança e Coaching destaca a importância do coaching como criador de novas perspectivas dentro das empresas para o desenvolvimento de pessoas, levando em conta os interesses, motivação e talentos deste numa junção com as metas e direcionamentos pretendidos pela empresa. Através da orientação e desenvolvimento do potencial de cada individuo e situando este com relação ao impacto de determinadas tarefas, atitudes e comportamentos em relação aos resultados globais na empresa. A organização utiliza os benefícios agregados pelo coaching e molda o perfil do profissional que deseja como líder no futuro.
O estudo da Subjetividade, procura perpassar, através do caso da alienação no atendimento das Centrais de Atendimento Telefônico, a evolução da percepção das organizações com relação à subjetividade. Além a objetividade, as organizações estão começando a valorizar a subjetividade como modo de administrar situações com “pessoas”. Porém, uma vez concebida como um fenômeno heterogêneo e individual, sua pluralização representa uma certa dificuldade diante das relações estabelecidas entre as pessoas, cujos valores e objetivos distinguem-se entre si. Assim a participação ativa e singular de cada indivíduo no processo de produção depende não somente de sua capacidade e sensibilidade comunicativa, mas também de uma compreensão recíproca das
situações organizacionais.
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